No Brasil ocorrem 5 espécies das quais três são endêmicas (Oliveira e Queiroz 2020).
Collaea Mart ex Benth.
Eriosema (DC.) Desv., Annales des Sciences Naturelles (Paris) 9: 421. 1826.
Erva ou subarbusto, indumentado ou glabro, inerme. Estípulas basifixas, persistentes. Filotaxia alterna-espiralada. Folha trifoliolada, folíolos cartáceos, nervação actinódroma, nectário ausente. Inflorescência axilar ou terminal racemo. Flor pedicelada, zigomorfa, pentâmera, monoclina, hipógina, cálice gamossépalo, lobos 5, corola papilionácea, dialipétala, pétalas 5, unguiculadas amarelas, cremes, androceu diadelfo, estames 10, anteras rimosas, uniformes; gineceu simples, unicarpelar, unilocular, ovário súpero, pauciovulado. Fruto legume, oblongo, plano. Semente com arilo presente ou ausente, hilo apical.
Passei a toda a infância e adolescência no sítio e foi lá onde aprendi a
perceber o mundo.
Uma das muitas coisas que fazia nas horas de ociosas era observar. Entre
as coisas que mais observavam estavam as plantas e todas as suas formas e cores
e aromas e texturas. As flores e a sua geometria fabulosamente misteriosa.
Então, quando fui cursar Ciências Biológicas na Universidade Federal do
Fio Grande do Norte já tinha uma percepção na botânica.
Nesta graduação tive o prazer de conhecer e ser orientado pela grande mestra
Dra. Profa. Maria Iracema Loiola. Esta pessoa espetacular que generosamente
compartilhou comigo um pouquinho de seu vasto Conhecimento. Foi com ela que
tive minhas primeiras aulas de taxonomia me fazendo amar a botânica. Esta me
ensinou a caminhar ao lado da botânica, introduziu inúmeros conceitos, parte prática
e me introduziu na pesquisa desta magnífica área. A Dra. Profa. Maria Iracema
não é só uma excelente botânica como também é uma das pessoas mais éticas que
já conheci, creio que esta qualidade se alinhou a minha percepção e me fez ter
a certeza desta verdade. De passo a passo foi aprendendo, errando e acertando
que conseguir concluir graduação e mestrado.
Ao vir para São Paulo, tive a oportunidade de estagiar no Instituto
Botânica com a Dra. Rosangela Bianchini. Sem dúvida foi uma das experiências
sem precedentes poder conhecer pessoas que me ensinaram muito sobre plantas da
mata Atlântica.
E por fim, tive o grande prazer de ser orientado pela Dra. Profa. Ana
Tozzi que sem dúvida é uma pessoas mais inteligente e sensacional que tive a
oportunidade de conhecer. Com a Ana tive a oportunidade de aprender muitos
conceitos de taxonomia. Nem imagino como pagar estas experiências vividas.
Foram as grandes mestras que me ensinaram tudo que sei sobre botânica.
No estágio de pós-doutorado tive a grande oportunidade de ter como supervisor o maior conhecedor de Arachis do Mundo o Dr. José Francisco Valls.
-Souza, V.C., Bortoluzzi, R.L.C. 2010. Chamaecrista in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB022876).
-Souza VC & Bortoluzzi RLC (2012)Chamaecrista . In: Forzza RCet al. (eds.) Lista das espécies da flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2012/FB022876>. Acesso em agosto 2014.
-Rando, J.G.; Cota, M.M.T.; Conceição, A.S.; Barbosa, A.R.; Barros, T.L.A. 2020. Chamaecrista in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB22876>. Accessed on: 24 Apr. 2021