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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Fabaceae - Mimosa fiebrigii Hassl.








Leguminosae, Mimosoideae, Mimoseae, Mimosa L., sect. Batocaulon ser. Leiocarpae Bentham. (Barneby 1991). 490-510 espécies. (Lewis et al. 2005).

No Brasil ocorrem 358 espécies das quais 265 são endêmicas (Dutra e Morim 2015).

Mimosa L.

Erva, arbusto, árvore ou trepadeira, armadas ou inermes. Estípula caduca ou persistente. Nectário extreflora presente ou ausente. Folhas alternas, bipinadas. Inflorescência axilar, espiga ou glomérulo. Flores sésseis, hipóginas, actinomorfas, tubulosas; cálice gamossépalo; corola gamopétalas, androceu dialistêmone, diplo ou isostêmones, estames com filetes vistosos; gineceu 1 pistilo. Fruto tipo craspédio.


Arvoreta copa aberta, ramos cilíndricos, inermes. Estípulas caducas. Nectário extrafloral ausente. Filotaxia alterna dística. Folhas bipinadas, 7-9 pares de jugas.  Inflorescência axilar, espiciforme oblonga, congesta e curta. Flores sésseis, tubulosas, tetrâmeras, filetes rosas, anteras amarelas; gineceu 1-pistilo, ovário súpero. fruto craspédio,  7-9 segmentos de fruto

Observações

Em 2013, viajava com Valls no Mato Grosso do Sul, coletavamos Arachis e uma de nossas paradas foi em Porto Murtinho, o lugar era bem específico por ali havia uma planta que Valls suspeitava ser nova. Paramos próximo a um barranco e ali estava ela toda florida, muito perfumada. Coletamos, mas não consegui encontrar a identidade. Na época estava na Embrapa, mostrei o material a Simom, mas o mesmo não conseguiu determinar. Então, sabe quem trabalha com botânica sempre tem essas plantas que são um mistério insolúvel. Ontem, Isa Morais me enviou uma foto de uma planta. Fui consultar a revisão de Juliana e no primeiro passo das flores com filete rosa quem apareceu! Mimosa fiebrigii  coletada por Silva e Shimizu em Porto Murtinho. Fiquei muito feliz. Excelente o trabalho de Revisão de Juliana Silva.


Fotos: Rubens Teixeira de Queiroz, Porto Murtinho, Mato Grosso do Sul, Brasil


Referências

-Andrade-Lima, D. de. 1989. Plantas das caatingas. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências,.243p.

-Barneby, R.C. 1991. Sensitivae censitae: a description of the genus Mimosa Linnaeus (Mimosaceae) in the New World. Memoirs of the New York Botanical Garden 65:1-835. 

-Ducke, A. 1953. As Leguminosas de Pernambuco e Paraiba. Mem. Inst. Oswaldo Cruz 51: 417–461 

-Dutra, V.F.; Morim, M.P. Mimosa in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available in: . Access on: 09 Mai. 2015

-Dutra, V.F.; Morales, M.; Jordão, L.S.B.; Borges, L.M.; Silveira, F.S.; Simon, M.F.; Santos-Silva, J.; Nascimento, J.G.A.; Ribas, O.D.S. 2020. Mimosa in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB18874>. Accessed on: 26 Apr. 2021

-Lewis, G., Schrire, B., Mackinder, B., Lock, M. 2005.  Legumes of the world. Royal Botanic  Gardens, Kew, 577p.

-Lewis GP (1987) Legumes of Bahia. Royal Botanic Gardens, Kew. 369p.

-Lima, J.R. & Mansano, V.F. (2011) A família Leguminosae na Serra de Baturité, Ceará, uma área de Floresta Atlântica no semiárido brasileiro. Rodriguésia 62: 563–613.

-Queiroz, L.P. 2009. Leguminosas da Caatinga. Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana. 467p.

-Silva, J.S. and Sales, M.F. 2008. O gênero Mimosa (Leguminosae-Mimosoideae) na microrregião do Vale do Ipanema, Pernambuco. Rodriguésia [online]. vol.59, n.3 [cited 2021-04-26], pp.435-448.

-Santos-Silva et al. (2015) Revisão taxonômica das espécies de Mimosa ser. Leiocarpae sensu lato (Leguminosae - Mimosoideae). Rodriguésia 66: 95–154. http://dx.doi.org/10.1590/2175-
7860201566107


Exsicatas


Herbários Reflora


 

sexta-feira, 27 de março de 2026

Fabaceae - Cenostigma lewisii F.G.A.Oliveira & L.P.Queiroz - caatingueira


Flor zigormorfa, estames com filetes com comprimento semelhante ao das pétalas (f. 1)
Racemo congesto com botões ovoides (f. 2)
Racemos laxos, flores longipedicelada com articulação a 1/2 (f. 2)
Inflorescência racemo longipedunculada, flor zigomorfa,  (f. 3)
Racemos longipedunculados, folhas bipinadas  (f. 4)
Ramo florido  (f. 5)
Inflorescência racemo  (f. 6)

Arvoreta  (f. 7)
Fotos (f. 1-7) cedidas pelo Especialista: Felipe G. Oliveira
Flor zigomorfa, estames dialistêmones, filetes longos (f. 8)
Legume oblongo, plano (f. 9)
Pedicelo articulado (f. 10)
Legumes com valvas lignosas (f. 11)
Valva com epicarpo avermelhado (f. 12)
Sementes imaturas, orbiculares, testa lisa (f. 13)
Ramo com folhas jovens (f. 14)
Folhas maduras (f. 15)
Folhas avermelhada, com muito tanino (f. 16)
Ramo com folhas juvenis (f. 17)

Leguminosae, Caesalpinioideae, Caesalpineae, Cenostigma  Tul. 18 espécies (W3tropicos 2021).

No Brasil ocorrem 7 espécies das quais 5 são endêmicas (Lewis 2015).

Cenostigma  Tul.

Árvore, ramo inerme. Estípula caduca. Filotaxia alterna espiralada. Folha bipinada ou imparipinada, nectário ausente, nervação broquidódroma, pecíolo menor que a raque. Inflorescência racemo ou panícula, terminal. Flor pedicelada, zigomorfa, pentâmera, monoclina, hipógina, cálice dialissépalo, corola dialipétala, pétalas 5, unguiculadas, androceu dialistêmone, estames 10, anteras rimosas; gineceu simples unicarpelar, unilocular, ovário súpero, pluriovulado. Fruto legume, linear, plano-achatado.

Cenostigma lewisii F.G.A.Oliveira & L.P.Queiroz, Phytotaxa 749: 1. 77-86. 2026.



Fotos: Rubens Teixeira de Queiroz, Parque do Catimbal, Pernambuco, Brasil.


Referências

-Bentham, G1870. Flora Brasiliensis 15(2): 68. 

-Gaem, P.H. 2020. Cenostigma in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB605732>. Accessed on: 25 Apr. 2021

-Gagnom, E.; Bruneau A. , Hughes; C.E.; Queiroz, L.P. and Lewis, G.P. 2016. A new generic system for the pantropical Caesalpinia group (Leguminosae). PhytoKeys 71: 1–160

-Lewis, G.P. Poincianella in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: 06 Mai. 2015

-Lewis GP (1987) Legumes of Bahia. Royal Botanic Gardens, Kew. 369p.

-Lewis, G.P. (1994) Systematic Studies in Noetropical Caesalpinia L. (Leguminosae: Caesalpinioideae), including a revision of the Poincianella-Erythrostemon group. University of St. Andrews, St. Andrews, 237 pp.

-Lima, J.R. & Mansano, V.F. (2011) A família Leguminosae na Serra de Baturité, Ceará, uma área de Floresta Atlântica no semiárido brasileiro. Rodriguésia 62: 563–613.

-Oliveira, F.G., Santos, F.D.S., Rocha, L. & Queiroz, L.P.D. (2026) An overlooked new species from the Caatinga: Cenostigma lewisii (Leguminosae). Phytotaxa 749 (1): 77–86. https://doi.org/10.11646/phytotaxa.749.1.5

-Queiroz, L.P. (2009) Leguminosas da Caatinga. Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana. 913 pp.

Exsicatas





 

terça-feira, 17 de março de 2026

Libidibia parvifolia (Benth.) F.G.A.Oliveira & L.P.Queiroz - jucá- pau-ferro

Flores de até 1 cm compr. (f. 1)
Tamanho da flor com relação ao dedo (f. 2)
Panícula com de racemo (f. 3)
Racemo corimbiforme (f. 4)
Botões e flores (f. 5)
Flor pedicelada (f. 6)
Pedúnculo longo (f. 7)
Tamanho do ramo (f. 8)
Botões (f. 9)
Estames com filetes longos (f. 10)
corola patente (f. 11)
Flores (f. 12)
Copa assimétrica (f. 13)
Árvore cerca de 5 m (f. 14)
Caule tipo tronco esfoleante (f. 15)
Árvore (f. 16)
Árvore (f. 17)
Legume nucoide (f. 18)
Epicarpo liso (f. 19) 
Ramo (f. 20)
Folha mutijuga (f. 21)
Folíolos e foliólulos diminutos (f. 22)


Leguminosae, Caesalpinioideae, Caesalpinieae, Libidibia (DC.) Schltdl. 10 espécies. (W3tropicos 2015).

No Brasil ocorrem 5 espécies das quais 4 são endêmicas (Oliveira & Fernando 2024).


Libidibia (DC.) Schltdl.

Libidibia (DC.) Schltdl., Linnaea 5: 192. 1830.

Árvore, tronco cilíndrico, liso, esfoliante, variegado de cinza com verde; copa muito fechada, assimétrica; ramos difusos, cilíndricos, pubescentes. Estípulas caducas. Folhas compostas, bipinadas, 3-8 pares de juga, opostas; foliólulos 5-15, opostos, oblongos, ápice arredondado, margem inteira, base assimétrica, discolores, coriáceo, faces adaxial e abaxial pubescente. Inflorescência terminal, racemo, laxo. Botão ovoide. Flores pediceladas, monoica; hipanto curto; cálice dialisépalo, pétalas 5, ovadas, esverdeada; corola 5, amarelas, pétalas imbricadas, orbiculares, carena variegada de vermelho, parte superior reflexa; androceu 10,  estames com filetes longos com tricomas na base, anteras castanhas, elípticas, dorsifixas, rimosas; gineceu séssil, ovário curto, estilete curto, estigma achatado, verde. Fruto câmara seca (legume nucóide), oblonga, castanha, indeiscente, plana, pubescente, imatura verde.



Basinônimo:  Caesalpinia ferrea var. parvifolia Benth.

Comentário

Espécie fácil de ser reconhecida, pela copa assimétrica, tronco liso, foliólulos oblongos e o fruto câmara indeiscente.

Na Paraíba pode ser encontrada tanto na Mata Atlântica como na Caatinga. 

Fotos: Rubens Teixeira de Queiroz, Campos I, UFPB, João Pessoa, Paraíba, Brasil
Nome popular: Pau ferro, jucá

Uso: Planta muito usada na arborização urbana, madeireira, medicinal.

 Referência

-Barroso, G. M. 1965. Leguminosas da Guanabara. Arch. Jard. Bot. Rio de Janeiro 18: 109–177.

-Bentham, G. 1870. Flora Brasiliensis 15(2): 69.

-BFG. 2015. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia, v.66, n.4,p.1085-1113. 2015https://doi.org/10.1590/2175-7860201566411.

-Córdula, E., Morim, M.P., & Alves, M. 2014. Morfologia de frutos e sementes de Fabaceae ocorrentes em uma área prioritária para a conservação da Caatinga em Pernambuco, Brasil. Rodriguésia, 65(2), 505-516. https://doi.org/10.1590/S2175-78602014000200012

-Ducke, A. 1953. As Leguminosas de Pernambuco e Paraiba. Mem. Inst. Oswaldo Cruz 51: 417–461.

-Gaem, P.H. 2020. Cenostigma in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB605732>. Accessed on: 25 Apr. 2021

-Gagnom, E.; Bruneau A. , Hughes; C.E.; Queiroz, L.P. and Lewis, G.P. 2016. A new generic system for the pantropical Caesalpinia group (Leguminosae). PhytoKeys 71: 1–160

-Lewis, G.P. Poincianella in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: 06 Mai. 2015

-Lewis GP (1987) Legumes of Bahia. Royal Botanic Gardens, Kew. 369p.

-Lewis, G.P. (1994) Systematic Studies in Noetropical Caesalpinia L. (Leguminosae: Caesalpinioideae), including a revision of the Poincianella-Erythrostemon group. University of St. Andrews, St. Andrews, 237 pp.

-Lima, J.R. & Mansano, V.F. (2011) A família Leguminosae na Serra de Baturité, Ceará, uma área de Floresta Atlântica no semiárido brasileiro. Rodriguésia 62: 563–613.

-Maia-Silva, C.; Silva, C. I.; Hrncir M.; Queiroz, R. T. de; Imperatrizfonseca, V. L. Guia de Plantas Visitadas por Abelhas. 1ª ed. Fortaleza: Editora Fundação, 2012. 191 p.


-Oliveira, F.G., Santos, F.d.S., Lewis, G.P. et al. Publisher Correction to: Reassessing the taxonomy of the Libidibia ferrea complex, the iconic Brazilian tree “pau-ferro” using morphometrics and ecological niche modeling. Braz. J. Bot 47, 1221–1223 (2024). https://doi.org/10.1007/s40415-024-01020-z

-Oliveira, F.G.; Fernando, E.M.P. Libidibia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB109827>. Acesso em: 29 Oct. 2024

-Oliveira, F.G.; Fernando, E.M.P. 2020. Libidibia in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB109828>. Accessed on: 28 Apr. 2021

-Queiroz, L.P. (2009) Leguminosas da Caatinga. Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana. 913 pp.

-Queiroz, R.T. 2021. Fabaceae do Cariri paraibano. Nova Xavantina, Editora Pantanal. 630p.




Exsicatas


quarta-feira, 11 de março de 2026

Fabaceae - Libidibia juca (Glaz.) F.G. Oliveira & L.P. Queiroz - juca - pau-ferro-

Flor com sépalas ovadas, pétalas orbiculares, imbricadas, carena com guias de néctar vermelho, filetes longos com tricomas na base, anteras elípticas (f. 1) 
Flor pedicelada, pedicelo articulado, sépalas caducas (f. 2)
 Face abaxial dos foliólulos, discolores e oblongos (f. 3)
Fruto tipo câmara (f. 4)
Flores zigomorfas (f. 9)
Solo com flores (f. 10)
Estames dialistêmones e Homodínamos (f. 11)
Ramo lenticelado (f. 12)

Leguminosae, Caesalpinioideae, Caesalpinieae, Libidibia (DC.) Schltdl. 10 espécies. (W3tropicos 2015).

No Brasil ocorrem 5 espécies das quais 4 são endêmicas (Oliveira & Fernando 2024).


Libidibia 

Árvore, tronco cilíndrico, liso, esfoliante, variegado de cinza com verde; copa muito fechada; ramos difusos, cilíndricos, pubescentes. Estípulas caducas. Folhas compostas, bipinadas, 3-8 pares de juga, opostas; foliólulos 5-6, opostos, oblongos, ápice arredondado, margem inteira, base assimétrica, discolores, coriáceo, faces adaxial e abaxial pubescente. Inflorescência terminal, racemo, laxo. Botão ovoide. Flores pediceladas, monoica; hipanto curto; cálice dialisépalo, pétalas 5, ovadas, esverdeada; corola 5, amarelas, pétalas imbricadas, orbiculares, carena variegada de vermelho, parte superior reflexa; androceu 10,  estames com filetes longos com tricomas na base, anteras castanhas, elípticas, dorsifixas, rimosas; gineceu séssil, ovário curto, estilete curto, estigma achatado, verde. Fruto câmara seca, oblonga, castanha, indeiscente, plana, pubescente, imatura verde.

Libidibia juca (Glaz.) F.G. Oliveira & L.P. Queiroz


Comentário

Espécie fácil de ser reconhecida, pela copa assimétrica, tronco liso, foliólulos oblongos e o fruto câmara indeiscente.

Na Paraíba pode ser encontrada tanto na Mata Atlântica como na Caatinga. 

Fotos: Rubens Teixeira de Queiroz, Campos I, UFPB, João Pessoa, Paraíba, Brasil
Nome popular: Pau ferro, juca

Uso: Planta muito usada na arborização urbana, madeireira, medicinal.

 Referência

-Barroso, G. M. 1965. Leguminosas da Guanabara. Arch. Jard. Bot. Rio de Janeiro 18: 109–177.

-Bentham, G. 1870. Flora Brasiliensis 15(2): 69.

-BFG. 2015. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia, v.66, n.4,p.1085-1113. 2015https://doi.org/10.1590/2175-7860201566411.

-Córdula, E., Morim, M.P., & Alves, M. 2014. Morfologia de frutos e sementes de Fabaceae ocorrentes em uma área prioritária para a conservação da Caatinga em Pernambuco, Brasil. Rodriguésia, 65(2), 505-516. https://doi.org/10.1590/S2175-78602014000200012

-Ducke, A. 1953. As Leguminosas de Pernambuco e Paraiba. Mem. Inst. Oswaldo Cruz 51: 417–461.

-Gaem, P.H. 2020. Cenostigma in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB605732>. Accessed on: 25 Apr. 2021

-Gagnom, E.; Bruneau A. , Hughes; C.E.; Queiroz, L.P. and Lewis, G.P. 2016. A new generic system for the pantropical Caesalpinia group (Leguminosae). PhytoKeys 71: 1–160

-Lewis, G.P. Poincianella in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: 06 Mai. 2015

-Lewis GP (1987) Legumes of Bahia. Royal Botanic Gardens, Kew. 369p.

-Lewis, G.P. (1994) Systematic Studies in Noetropical Caesalpinia L. (Leguminosae: Caesalpinioideae), including a revision of the Poincianella-Erythrostemon group. University of St. Andrews, St. Andrews, 237 pp.

-Lima, J.R. & Mansano, V.F. (2011) A família Leguminosae na Serra de Baturité, Ceará, uma área de Floresta Atlântica no semiárido brasileiro. Rodriguésia 62: 563–613.

-Maia-Silva, C.; Silva, C. I.; Hrncir M.; Queiroz, R. T. de; Imperatrizfonseca, V. L. Guia de Plantas Visitadas por Abelhas. 1ª ed. Fortaleza: Editora Fundação, 2012. 191 p.


-Oliveira, F.G., Santos, F.d.S., Lewis, G.P. et al. Publisher Correction to: Reassessing the taxonomy of the Libidibia ferrea complex, the iconic Brazilian tree “pau-ferro” using morphometrics and ecological niche modeling. Braz. J. Bot 47, 1221–1223 (2024). https://doi.org/10.1007/s40415-024-01020-z

-Oliveira, F.G.; Fernando, E.M.P. Libidibia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB109827>. Acesso em: 29 Oct. 2024

-Oliveira, F.G.; Fernando, E.M.P. 2020. Libidibia in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB109828>. Accessed on: 28 Apr. 2021

-Queiroz, L.P. (2009) Leguminosas da Caatinga. Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana. 913 pp.

-Queiroz, R.T. 2021. Fabaceae do Cariri paraibano. Nova Xavantina, Editora Pantanal. 630p.




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