quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Fabaceae - Mimosa interrupta Benth.

Inflorescência panícula de espiga (f. 1)
Inflorescência terminal (f. 2)
Panícula em antese (f. 3)
Folhas 5 parede de juga (f. 4)
Filotaxia alterna espiralada (f. 5)
Tronco  bifurcado (f. 6)
Tronco com casca áspero-escamosa (f. 7)

Acúleo na altura do pulvino (f. 8)


Leguminosae, Mimosoideae, Mimoseae, sect. Batocaulon, serie Leiocarpae (Barneby 1991); 490-510 espécies. (Lewis et al. 2005)

 No Brasil ocorrem 358 espécies das quais 265 são endêmicas (Dutra e Morim 2015).

Mimosa L.

Erva, arbusto, árvore ou trepadeira, armadas ou inermes. Estípula caduca ou persistente. Folhas alternas, bipinadas. Inflorescência axilar, espiga ou glomérulo. Flores sésseis, hipóginas, actinomorfas, tubulosas; cálice gamossépalo; corola gamopétalas, androceu dialistêmone, iso ou diplostêmones, estames com filetes vistosos; gineceu 1 pistilo. Fruto tipo craspédio.

Mimosa interrupta Benth., J. Bot. (Hooker) 4(31): 392. 1841.

Fotos: Isa Lúcia de Morais, Quirinópolis, Goiás, Brasil.


Referências

-Barneby, R.C. 1991. Sensitivae censitae: a description of the genus Mimosa Linnaeus (Mimosaceae) in the New World. Memoirs of the New York Botanical Garden 65:1-835.    

-BFG. 2015. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia, v.66, n.4,p.1085-1113. 2015https://doi.org/10.1590/2175-7860201566411.

-Dutra, V.F.; Morim, M.P. Mimosa in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available in: . Access on: 09 Mai. 2015

-Dutra, V.F.; Morales, M.; Jordão, L.S.B.; Borges, L.M.; Silveira, F.S.; Simon, M.F.; Santos-Silva, J.; Nascimento, J.G.A.; Ribas, O.D.S. 2020. Mimosa in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB18874>. Accessed on: 26 Apr. 2021

-Lewis, G., Schrire, B., Mackinder, B., Lock, M. 2005.  Legumes of the world. Royal Botanic  Gardens, Kew, 577p.

-Lewis GP (1987) Legumes of Bahia. Royal Botanic Gardens, Kew. 369p.

-Lima, J.R. & Mansano, V.F. (2011) A família Leguminosae na Serra de Baturité, Ceará, uma área de Floresta Atlântica no semiárido brasileiro. Rodriguésia 62: 563–613.

-Matos, S.S., Melo, A.L.; & Santos-Silva, J. 2019. Clado Mimosoide (Leguminosae-Caesalpinioideae) no Parque Estadual Mata da Pimenteira, Semiárido de Pernambuco, Brasil. Rodriguésia, 70, e01902017. Epub March 18, 2019. https://doi.org/10.1590/2175-7860201970007

-Poiret, J.L.M. 1810. Encyclopédie Méthodique. Botanique ... Supplément 1(1): 82. 

-Queiroz, L.P. 2009. Leguminosas da Caatinga. Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana. 467p.

-Silva, J.S. and Sales, M.F. 2008. O gênero Mimosa (Leguminosae-Mimosoideae) na microrregião do Vale do Ipanema, Pernambuco. Rodriguésia [online]. vol.59, n.3 [cited 2021-04-26], pp.435-448.

-Santos-Silva et al. (2015) Revisão taxonômica das espécies de Mimosa ser. Leiocarpae sensu lato (Leguminosae - Mimosoideae). Rodriguésia 66: 95–154. http://dx.doi.org/10.1590/2175-
7860201566107

-Sousa, E.E.; Queiroz, R.T.; Pereira, M.S. 2021. Mimosa L. (Fabaceae) in Cachoeira dos Índios, Paraíba, Brazil. Acta Brasiliensis, [S.l.], v. 5, n. 1, p. 35-43, jan. ISSN 2526-4338.

-Willdenow, C.L. von1806. Species Plantarum. Editio quarta 4(2): 1088


 Exsicatas

Reflora

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Fabaceae - Macroptilium gracile (Poepp. ex Benth.) Urb. -feijãozinho-

Flor assimétrica (f. 1)
Flor com estandarte claro (f. 2)
Alas vináceas (f. 3)
Brácteas lineares (f. 4)
Inflorescência pseudorracemo (f. 5)
Ápice do ramo com estípulas estreitamente-triangulares (f. 6)
Indumento piloso (f. 7)
Folha trifoli0olada com folíolos jovens (f. 8)
Folhas com folíolos lanceolados (f. 9)

Leguminosae, Papilionoideae, Phaseolae, Macroptilium (Benth.) Urb. 1928. 17 espécies (Lewis et al. 2005).

No Brasil ocorrem 12 espécies das quais duas são endêmicas (Snak et al. 2022).

Macroptilium (Benth.) Urb. 
Erva ereta ou trepadeira; ramos volúveis, glabra ou com indumento, inerme. Estípulas basifixas, persistentes. Filotaxia alterna-espiralada. Folhas trifolioladas; folíolos ovados, elípticos, ápice agudo, margem inteira, base obtusa, face abaxial e adaxial glabra ou indumentada, membranácea, nervação actinódroma, pecíolo maior que a raque, estipelas presentes. Inflorescência axilar, pseudorracemo; brácteas presentes, glândula presente no ápice do pedúnculo. Flores brevi-pedicelada, assimétrica, monoclina, hipógina, pentâmeras; cálice campanulado, lacínios 5, menores que o comprimento do cálice, corola papilionácea, pétalas unguiculadas, atropurpúrea, vermelha, vinho, alva, estandarte patente, alas orbiculares, quilha cocleada; androceu monadelfo, estames 10, filetes curtos, anteras oblongas, rimosas; gineceu simples, ovário séssil, pluriovulados, filete curto, glabro, estigma capitado. Fruto linear, cilíndrico, multisseminado, valvas coriáceas. Sementes reniformes, testa lisa, marmorada, hilo central.

Macroptilium gracile (Poepp. ex Benth.) Urb., Symb. Antill. 9(4): 457. 1928.

Comentários

Esta espécie é facilmente reconhecida pelo hábito ereto, entretanto pode ser escandente, estípulas estreitamente-triangulares, folíolos ovado-oblongos e inflorescência axilar, racemo linear. 
 Na Paraíba ocorre bastante em João Pessoa nos canteiros das vias, nos jardins. 

Nome popular: Feijãozinho

Fotos: Rubens Teixeira de Queiroz, Canteiro externo do Jardim Botânico Benjamim Maranhão, Joao Pessoa, Paraíba, Brasil.

Referências

-Amorim, L.D. et al. Fabaceae na Floresta Nacional (FLONA) de Assú, semiárido potiguar, nordeste do Brasil. Rodriguésia [online]. 2016, vol.67, n.1 [cited 2021-04-24], pp.105-124.

-Barroso, G.M. Sistemática de Angiospermas do Brasil. UFV. Viçosa. 1991. 377p. v2.

-BFG. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia, v.66, n.4, p.1085-1113. 2015. (DOI: https://doi.org/10.1590/2175-7860201566411 ).

-Costa, R.K.A.; Queiroz, R.T. 2019. A tribo Phaseoleae (Leguminosae, Papilionoideae) na mata do
Buraquinho, João Pessoa, Paraíba – Brasil. In book: Serie iniciados 21. Edition: 21. Editora ufpb

-Ducke, A. 1953. As Leguminosas de Pernambuco e Paraiba. Mem. Inst. Oswaldo Cruz 51: 417–461.

-Lewis, G.; Schrire, B.; Mackinder, B. & Lock, M. 2005 Legumes of the World. Kew, Royal Botanic Gardens

-Lewis, G.P. 1987. Legumes of Bahia. Royal Botanic Gardens, Kew. 369p.

-Lima, J.R. & Mansano, V.F. (2011) A família Leguminosae na Serra de Baturité, Ceará, uma área de Floresta Atlântica no semiárido brasileiro. Rodriguésia 62: 563–613.

-Moura, T.M. Macroptilium in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: 14 Mai. 2015

-Queiroz, L.P. 2009. Leguminosas da Caatinga. Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana. 467p.

-Queiroz, R.T. 2021. Fabaceae do Cariri paraibano. Nova Xavantina, Editora Pantanal. 630p.

-Ribeiro, C.L. Estudo taxonômico do gênero Macroptilium (benth.) Urb. (Leguminosae: Papilionoideae) no Brasil [dissertação]. Feira de Santana: Universidade Estadual de Feira de Santana UEFS; 2022.

-Ribeiro, C.L.; Queiroz, L.P. e Snak, C. 2017. Flora Da Bahia: Leguminosae – Macroptilium (Papilionoideae: Phaseoleae). Anais dos Seminários de Iniciação Científica. N. 17. http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2170


-São-Mateus, W.M.B.; Cardoso, D.; Jardim, J.G. & Queiroz, L.P. 2013. Papilionoideae (Leguminosae) na Mata Atlântica do Rio Grande do Norte, Brasil. Biota Neotropica 13: 315-362.  https://doi.org/10.1590/S1676-06032013000400028.

-Snak, C., Miotto, S.T.S., & Goldenberg, R. 2011. Phaseolinae (Leguminosae, Papilionoideae, Phaseoleae) no estado do Paraná, Brasil. Rodriguésia, 62(3), 695-716https://doi.org/10.1590/2175-7860201162314

Exsicatas





 

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Fabaceae - Pterocarpus violaceus Vogel - pau-sangue

Ramos floridos (f. 1)
Inflorescência racemo com flores amarelas (f. 2)
Floração (f. 3)
Ramos terminais (f. 4)
Racemo congesto (f. 5)
Estandarte com guia de néctar vináceo (f. 6)
Fruto seco tipo sâmara (f. 7)
Ala orbicular (f. 8)
Densa floração (f. 9)
Árvore com 15 m alt. (f. 10)
Tronco cilíndrico, criso-placoso (f. 11)
Base do tronco com raízes expostas (f. 12)

Leguminosae, Papilionoideae, Dalbergieae, Pterocarpus Jacq. 1763.  35-40 espécies (Lewis et al. 2005).

No Brasil ocorrem 11 espécies das quais 4 são endêmicas (Klitgaard et al. 2026).

Pterocarpus violaceus Vogel, Linnaea 11: 416. 1837.

Planta arbórea, ca. 10 m de altura, tronco placoso, cinza; copa fechada, assimétrica; ramo cilíndrico,    inerme, glabros. Estípula 2, caduca. Filotaxia alterna, espiralada. Folha composta,  imparipinada, folíolos alternos, elíptico-oblongo, ápice retuso-cuspidado, margem inteira, base cuneada, face adaxial e abaxial glabras, coriáceo, pecíolo eglandular, menor que o comprimento da raque. Inflorescência axilar, pseudorracemo, congesto, pedúnculo curto, brácteas caducas, bractéolas 2, estreitamente-tringulares. Flores pediceladas, monoclina; cálice longo-campanulado, tomentuloso, rufo, lacínio 5, triangulares; corola papilionácea, pétalas 5, unguiculadas, laranja; estandarte, orbicular, reflexo, ápice retuso, margem crenada, base com guia de néctar vinho; alas livres, obovadas; quilhas aderidas; androceu 10, estames; gineceu 1, ovário súpero, estipitado, uniovulado. Fruto sâmara, núcleo seminífero central, glabro.

Comentário
Esta espécie é fácil de reconhecida pela inflorescência congesta, flores unguiculadas, laranja com um guia de néctar vermelho, além de apresentar fruto sâmara, núcleo seminífero central.
Na Paraíba ocorre nos remanescentes de mata da Universidade da Paraíba Campus I e com grandes populações de árvores adultas na Mata do Amém, em Cabedelo.
Planta muito usada na arborização, ornamental.

Nome popular: Pau-sangue

Fotos: Rubens Teixeira de Queiroz, Campus I, João Pessoa, Paraíba, Brasil.


Referências


-BFG. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia, v.66, n.4, p.1085-1113. 2015. (DOI: 10.1590/2175-7860201566411)

-Klitgaard, B.B.; Jordão, V.M.M.; Moore, P.G.; Sampaio, D. Pterocarpus in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB23133>. Acesso em: 13 fev. 2026

-Klitgaard, B.B.; Jordão, V.M.M.; Sampaio, D.; Moore, P.G. 2020. Pterocarpus in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB23136>. Accessed on: 23 May 2021

-Lewis, G.; Schrire, B.; Mackinder, B. & Lock, M. 2005 Legumes of the World. Kew, Royal Botanic Gardens 

-Lewis, G. P. 1987. Legumes of Bahia. 1–369. Royal Botanic Gardens, Kew.

-Lima, H.C. de 2015. Pterocarpus in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponivel em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB23136>.

-Macbride, J. F. 1943. Leguminosae. Publ. Field Mus. Nat. Hist., Bot. Ser. 13(3/1): 3–507.

-Mendonça, S.A., Gadelha Neto, P.C., Perez, A.F., Caetano, A.P.S., & Queiroz, R.T. 2019. A tribo Dalbergieae (Leguminosae - Papilionoideae) em um trecho de Floresta Estacional Semidecidual das Terras Baixas, João Pessoa, Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea, 46(2), e622018. Epub August 05, 2019.https://doi.org/10.1590/2236-8906-62/2018

-Rojo, J.P. 1972. Pterocarpus (Leguminosae—Papilionaceae). Phanerog. Monogr. 5: 1–119.

-Siniscalchi, C. M. 2012. Dalbergieae s.l. (Leguminosae Papilionoideae) na Serra do Cipó, Minas Gerais. Dissertação de Mestrado, Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo, São Paulo. doi:10.11606/D.41.2012.tde-09012013-092803.

Exsicatas






 

terça-feira, 7 de outubro de 2025

Fabaceae - Crotalaria spectabilis Roth - xique-xique - guiso de cascavel

Racemo com flores, amarelas, zigomorfas (f. 1)
Estandarte orbicular, ápice retuso, alas recobrindo a quilha (f. 2)
 Pistilo com ovário séssil, estilete longo, canescente (f. 3)
Estandarte reflexo, quilha falcadas (f. 4)
Androceu com estames heteromorfos, anteras dimorfas (f. 5)
Anteras dimorfas, alongadas e puntiformes (f. 6)
Cálice, com lobos maiores que o tubo (f. 7)
Ala removida mostrando a quilha falcada (f. 8)
Androceu recobrindo o pistilo (f. 9)
Pistilo (f. 10)
Bráctea oval, bractéolas, estreitamente-triangulares (f. 11)
Frutos legume inflado (f.  12)
Cálice persistente no fruto, (f.  13)
Legume com valva fina, sementes presas a placenta (f.  14)
Sementes imaturas (f.  15)
Sementes secas (f.  16)

Leguminosae, Papilionoideae, Crotalarieae, Crotalaria L.,  sec. Calycinae, 719 espécies  (Lewis et al. 2005, Legume Data 2025).

No Brasil ocorrem 42 espécies das quais 19 são endêmicas (Flores 2020).

Crotalaria L.

Subarbusto ereto ou decumbente; ramos glabros ou indumentados, inerme. Filotaxia alterna, espiralada. Estípulas 2, laterais, livres ou adnato ao ramo, caduca ou persistente. Folha simples ou palmada, uni ou trifolioladas, peciolada ou séssil, glabra ou indumentada. Inflorescência axilar ou terminal, racemo. Flor pedicelada, zigomorfa, monoclina, hipógina; cálice campanulado, bilabiado, lobos 5, verde; corola papilionácea, pétalas 5, unguiculadas, amarelas ou laranjas, estandarte com estrias ou guia de néctar, alas livres, quilhas adnatas; androceu monadelfo, estames 10, filetes curtos, anteras heteromorfas, 5 orbiculares, 5 oblongas, rimosas; ovário estipitado ou séssil, pluriovulados, glabro ou piloso. Legume oblongo a linear, cilíndrico, inflado. Sementes reniformes, lisas, castanho.

Crotalaria se carateriza por apresentarem plantas não glandulosa. Ovário não comprimido. estilete gemiculado, barbado ou pubescente na face interna. Legume inflado ou turgido  (Barroso 1991).

Crotalaria spectabilis Roth, Nov. Pl. Sp.: 341. 1821.

Subarbusto com até 1 metro, haste verde, glabra. Folha simples, glabra, oblanceolada. Racemo terminal, brácteas ovais, flores amarelas. Legume inflado, glabro. Sementes cordadas com testa lisa e escura.

Fotos: Rubens Teixeira de Queiroz, Univasf, Petrolina, Pernambuco, Brasil.

Referências

-Barroso, G.M. Sistemática de Angiospermas do Brasil. UFV. Viçosa. 1991. 377p. v2.
-Bentham, G. 1859. Leguminosae. Papilionaceae. In: Martius, C.F.P.; Endlicher, A.C. & Urban, J. (eds.). Flora Brasiliensis 15(1): 17-32.

-BFG. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia, v.66, n.4, p.1085-1113. 2015. (DOI: 10.1590/2175-7860201566411)

-Fillietaz, A. M. 2002. Estudos taxonômicos de espécies de Crotalaria sect. Calycinae  Wight & Arn. (Leguminosae-Papilionoideae Crotalarieae) no Brasil. Dissertação de mestrado, Universidade Estadual de Campinas.Campinas.

-Flores, A.S. 2004. Taxonomia, números cromossômicos e química de espécies de Crotalaria L. (Leguminosae-Papilionoideae) no Brasil. Tese (Doutorado em Biologia Vegetal) - Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2004.

-Flores, A.S. Crotalaria in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB22902>. Accessed on: 17 Oct. 2022

-Flores, A.S. 2020. Crotalaria in Flora do Brasil 2020. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB82989>. Accessed on: 07 May 2021

-Flores, A.S. 2015. Crotalaria in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

-Flores, A.S. & Miotto, S.T.S. 2001. O gênero Crotalaria L. (Leguminosae-Papilionoideae) na Região Sul do Brasil. Iheringia, série Botânica 55: 189-247.

-Lewis, G.; Schrire, B.; Mackinder, B. & Lock, M. 2005 Legumes of the World. Kew, Royal Botanic Gardens

-Lewis, G.P. 1987. Legumes of Bahia. Kew, Royal Botanic Gardens.

-Queiroz, L.P. 2009. Leguminosas da Caatinga. Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana. 467p.

-Rodrigues, I.M.C., & Garcia, F.C.P. 2008. Papilionoideae (Leguminosae) na Mata do Paraíso, Viçosa, Minas Gerais, Brasil: ervas, subarbustos e trepadeiras. Hoehnea, 35(4), 519-536. https://doi.org/10.1590/S2236-89062008000400004

Exsicatas







 

terça-feira, 2 de setembro de 2025

Inga striata Benth. - inga quadrado

Semente com cotilédones verdes (f. 1) 
Baga quadrangular (f. 2)
Baga linear (f. 3)
Fruto com o pedúnculo alongado (f. 4)
Baga passada com sarcotesta seca (f. 5)
Baga linear (f. 6)
Semente com sarcotesta alva, cotilédones quadrados (f. 7)
Semente  (f. 8)

 Leguminosae, Mimosoideae, Ingeae, Inga Mill., Sect. Tetragonae  300 espécies. (Lewis et al. 2005, Pennington 1997, Garcia et al. 2021).

No Brasil são encontradas 131 espécies das quais 51 são endêmicas (Garcia e Fernandes 2015).

Inga Mill.

Árvore, ramo inerme, estípula presente. Folha paripinada, raque alada ou não, glândulas presentes. Inflorescência espiga ou racemo. Flor séssil ou pedicelada, pentâmeras, actinomorfa, monoclina, hipógina, polistêmone, cálice gamossépalo, corola gamopétala, androceu monadelfo, gineceu simples, ovário séssil, pluriovulado. Fruto baga; semente com arilo.

Inga striata Benth., London J. Bot. 4: 608. 1845.

Fotos: Rubens Teixeira de Queiroz, UFPB Campus Areia, Areia, Paraíba, Brasil.


Nome popular: inga

Exsicatas


Referências


-Chagas, A.P. 2014. Ingeae Benth. (Leguminosae, Mimosoideae) no Espírito Santo, Brasil. M.S. thesis, Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 109 pp.

-Fernandes, J.M. & Garcia, F.C.P. 2021. Inga ciatiformis (Leguminosae): A new species from the Atlantic Forest, Brazil. Phytotaxa 505: 213–220. https://doi.org/10.11646/phytotaxa.505.2.7

-Garcia, F.C.P.; Fernandes, J.M. 2015. Inga in Lista de espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: 23 fev. 2015.

-Garcia, F.C.P.; Chagas, A.P.; Dutra, V.F. Two new species of Inga (Fabaceae-mimosoid clade) from the Atlantic Forest, Brazil.  Phytotaxa 521(2): 95-104. DOI: https://doi.org/10.11646/phytotaxa.521.2.3

-Lewis, G.; Schrire, B.; Mackinder, B. & Lock, M. 2005. Legumes of the World. Kew, Royal Botanic Gardens.

-Mata, M.F. O gênero Inga (Leguminosoe, Mimosoideae) no Nordeste do Brasil: citogenética, taxonomia e tecnologia de sementes. 2009. 183 f. Tese (Doutorado em Agronomia) - Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Paraíba, Areia, 2009.

-Pennington, T.D. 1997. The Genus Inga. Botany. Royal Botanical Garden. p. 844.